Minha Meta chegando aos poucos

sábado, 24 de julho de 2010

Voltei

Cheguei de viagem  e já estou com saudade..a cidade é linda e estar com os meus dois amores foi sensacional,foram duas semanas muito divertidas que reafirmaram o meu amor pelo Ricardo e a que fez a.felicadade do meu filhote ,recomendo a todos que querem tirar uns dias de folga, não deixem de ir a Pipa,Maracajáu,Genipapú além das praias urbanas lindassssssss....também recomendo o hotel Safari o atendimento e bom o café da manhã e delicioso.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Viajando

Estou na terra do sol..Natal e tão lindo cheguei de madrugada , ja fui a praia  eaagora to descansando com meu amores..beijossssssssssssssss

domingo, 4 de julho de 2010

Darhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

ok isto não é hora de fazer postagem meia noite e trinta e cinco,filhote acaba de dormir meu bofe ta no quarto esperando ai que  bom ele dormi aqui,mas sei lá to sem sono sem vontade de deitar e tem os malditos relatorios pra terminar que foi o FDP que inventou relatório de educação no meu tempo você tirava nota na prova e ponto agora a coitada da professora no caso eu tenho que fazer 25 relatórios diferentes uauuuuuuuuuuuuuu c palavras biitas pois eu posso até pensar certas coissas mas escrever jamais  normalmentes meus pensamentos mais curtos e grossos são relacionados as familias..uai isto ainda existe?...pois é vou deitar  ou,,,,,bem vou desligar o pc e deitar junto do meu gato antes que eu fale ou escreva demais ..

sexta-feira, 2 de julho de 2010

pois é quanto a dieta minha meta e etc e tal...o que tenho a dizer..a vontade e grande o esforço apesar das derrapadas também ..mas os resultados demoram muito , continuo com problemas pra dormir,me peso estabilizou e ainda falta muito pro ideal,não consigo um horário pra malhar ..na verdade não tenho com quem deixar meu filho pra fazer atividade fisíca, ser pãe não e brincadeira além de trabalhar o dia todo tenho terceiro turno.....

adorei este texto e divido om vocês

O problema não é o problema. O problema é sua atitude com relação ao problema.


(Kelly Young)

Hoje, a tristeza me visitou. Tocou a campainha, subiu as escadas, bateu à porta e entrou. Não ofereci resistência. Houve um tempo em que eu fazia o impossível para evitá-la adentrar os meus domínios. E quando isso acontecia, discutíamos demoradamente. Era uma experiência desgastante. Aprendi que o melhor a fazer é deixá-la seguir seu curso. Agora, sequer dialogamos. Ela entra, senta-se na sala de estar, sirvo-lhe uma bebida qualquer, apresento-lhe a televisão e a esqueço! Quando me dou por conta, o recinto está vazio. Ela partiu, sem arroubos e sem deixar rastros. Cumpriu sua missão sem afetar minha vida.

Hoje, a doença também me visitou. Mas esta tem outros métodos. E outros propósitos. Chegou sem pedir licença, invadindo o ambiente. Instalou-se em minha garganta e foi ter com minhas amígdalas. A prescrição é sempre a mesma: amoxicilina e paracetamol. Faço uso destes medicamentos e sinto-me absolutamente prostrado! Acho que é por isso que os chamam de antibióticos. Porque são contra a vida. Não apenas a vida de bactérias e vírus, mas toda e qualquer vida…

Hoje, problemas do passado também me visitaram. Não vieram pelo telefone porque palavras pronunciadas ativam as emoções apenas no momento e, depois, perdem-se difusas, levadas pela brisa. Vieram pelo correio, impressos em papel e letras de baixa qualidade, anunciando sua perenidade, sua condição de fantasmas eternos até que sejam exorcizados.

Diante deste quadro, não há como deixar de sentir-se apequenado nestes momentos. O mundo ao redor parece conspirar contra o bem, a estabilidade e o equilíbrio que tanto se persegue. O desânimo comparece estampado em ombros arqueados e olhos sem brilho, que pedem para derramar lágrimas de alívio. Então, choro. E o faço porque Maurice Druon ensinou-me, através de seu inocente Tistu, que se você não chora, as lágrimas endurecem no peito e o coração fica duro.

Limão e Limonada

As ciências humanas estão sempre tomando emprestado das exatas, termos e conceitos. A última novidade vem da física e atende pelo nome de resiliência. Significa resistência ao choque ou a propriedade pela qual a energia potencial armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão incidente sobre o mesmo.

Em humanas, a resiliência passou a designar a capacidade de se resistir flexivelmente à adversidade, utilizando-a para o desenvolvimento pessoal, profissional e social. Traduzindo isso através de um dito popular, é fazer de cada limão, ou seja, de cada contrariedade que a vida nos apresenta, uma limonada saborosa, refrescante e agradável.

Aprendi que pouco adianta brigar com problemas. É preciso enfrentá-los para não ser destruído por eles, resolvendo-os. E com rapidez, de maneira certa ou errada. Problemas são como bebês, só crescem se alimentados. Muitos se resolvem por si mesmos. Mas quando você os soluciona de forma inadequada, eles voltam, dão-lhe uma rasteira e, aí sim, você os anula com correção. A felicidade, pontuou Michael Jansen, não é a ausência de problemas. A ausência de problemas é o tédio. A felicidade são grandes problemas bem administrados.

Aprendi a combater as doenças. As do corpo e as da mente. Percebê-las, identificá-las, respeitá-las e aniquilá-las. Muitas decorrem menos do que nos falta e mais do mau uso que fazemos do que temos. E a velocidade é tudo neste combate. Agir rápido é a palavra de ordem. Melhor do que ser preventivo é ser preditivo.

Aprendi a aceitar a tristeza. Não o ano todo, mas apenas um dia, à luz dos ensinamentos de Victor Hugo. O poeta dizia que “tristeza não tem fim, felicidade, sim”. Porém, discordo. Penso que os dois são finitos. E cíclicos. O segredo é contemplar as pequenas alegrias em vez de aguardar a grande felicidade. Uma alegria destrói cem tristezas…

Modismo ou não, tornei-me resiliente. A palavra em si pode cair no ostracismo, mas terá servido para ilustrar minha atitude cultivada ao longo dos anos diante das dificuldades impostas ou autoimpostas que enfrentei pelo caminho, transformando desânimo em persistência, descrédito em esperança, obstáculos em oportunidades, tristeza em alegria.

Nós apreciamos o calor porque já sentimos o frio. Admiramos a luz porque já estivemos no escuro. Contemplamos a saúde porque já fomos enfermos. Podemos, pois, experimentar a felicidade porque já conhecemos a tristeza.

Olhe para o céu, agora! Se é dia, o sol brilha e aquece. Se é noite, a lua ilumina e abraça. E assim será novamente amanhã. E assim é feita a vida.

Tom Coelho,



com formação em Publicidade pela ESPM e Economia pela USP, tem especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP. É mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac. Foi executivo de empresas dos setores de transporte de cargas e exportação de café, empresário no setor metalúrgico e de construção civil, Secretário Geral do IQB/ INMETRO e Diretor do Simb/Abrinq. Atualmente é professor universitário, conferencista e escritor com artigos publicados regularmente por mais de 400 veículos da mídia impressa e digital em 14 países. É autor do livro “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, publicado em 2008 pela Editora Saraiva, e coautor dos livros “Roda Mundo, Roda-Gigante”, antologia internacional publicada em 2004, 2005 e 2006, e “Gigantes das Vendas”, publicado em 2006. Ministra palestras com temas que transitam de qualidade de vida e segurança no trabalho, passando por marketing e empreendedorismo, até responsabilidade social e educação. Acumula também os cargos de Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp, Vice-Presidente de Negócios da AAPSA, Membro do Comitê de Ética em Pesquisa da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e Presidente do Conselho da ONG Projeto Viva.

Olá

Meninas hoje relembrei como e bom ter empregada apesar de tudo , seviço de casa e uma coisa horrivelll....mas enfim casa cheirosa,tudo limpinho,amanhã vouno salão consertar o estrago nas mãos,agora passar rou nem pensar vou chamar a passadeira tudo tem limite nesta vida ...kkkkkkkkkkkk